Mostrando postagens com marcador Geografia-Meteorologia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Geografia-Meteorologia. Mostrar todas as postagens

sábado, 10 de abril de 2010

Quais são as diferenças entre cada tipo de nuvem


Tipo de nuvens
A classificação das nuvens foi criada pelo farmacêutico inglês Luke Howard, em 1803.

Cirros
Lembram rabos de cavalo. Ficam a 8 mil metros de altitude, numa temperatura inferior a 0ºC. Por isso, são constituídas de microscópicos cristais de gelo.

Cirros-estratos
Ficam logo abaixo dos cirros e também são formados por cristais de gelo. Lembram véus brancos e transparentes.

Cirros-cúmulos
Difíceis de serem vistas, pois são remanescentes de cirros e cirros-estratos. Seus flocos se agrupam de uma forma parecida com a que o mar assume na arrebentação.

Altos-estratos
Sua cor varia entre o azul e o cinza. Altera a luminosidade normal do Sol e da Lua, dando-lhes um brilho filtrado.

Altos-cúmulos
Ficam a 4 mil metros. São formadas por gotículas de água e cristais de gelo, lembrando os flocos de lã de carneiro.

Estratos-nimbos
Também chegam a 4 mil metros. Pesadas e maciças, essas nuvens se desfazem em temporais violentos, neve, granizo e causam até furacões.

Estratos-cúmbulos
Cobrem grandes faixas do céu com diversos tons de cinza.

Estratos
Não chegam a produzir chuva. Chuvisco e garoa é o máximo que conseguem ocasionar. Aparecem em formações extensas, que lembram campos de neblina. Estão a 2 mil metros de altura.

Cúmulo
Tem a forma de uma couve-flor e é sinal de bom tempo.

Cúmulos-nimbos
Temporal na certa. Essas nuvens de chuva trazem a água de volta à terra, para que depois evapore de novo e suba outras vez ao céu. São elas também as responsáveis pelas chuvas de granizo (quando as gotículas de água se congelam). Ficam a mil metros de altura.

A quantidade de chuva que cai num determinado local é medida por um aparelho de metal, em forma cilíndrica e com a ponta afunilada, chamado pluviômetro. Depois de 24 horas, a água recolhida é transferida por meio de uma torneirinha para provetas graduadas, que possibilitam a leitura da quantidade de chuva. Se houver 15 mililitros de água dentro do pluviômetro, isso significa que, naquele período, caíram 15 litros de água de chuva em cada metro quadrado da região.

quarta-feira, 24 de março de 2010

O calor de um raio é cinco vezes o da superfície do Sol

Raio

Um raio é resultado da separação e cargas elétricas numa nuvem do tipo cúmulo-nimbo. Essa separação ocorre quando há o choque entre granizo e partículas de gelo em seu interior. Quando a diferença de cargas é muito grande, uma carga elétrica negativa (chamada de condutor), fraca e invisível, deixa a nuvem e desce, parando a uma altitude que pode variar de 30 a 50 metros.

Devido à intensidade do campo elétrico formado, as cargas positivas do solo que estiverem mais próximas do raio condutor saltam até encontrá-lo, fechando assim o circuito elétrico entre a nuvem e o solo. Como tudo isso acontece em milionésimos de segundo, tem-se a impressão de que o raio cai, quando, na verdade, ele sobe.

Em um segundo, 100 raios iluminam o céu nas diferentes regiões do globo. Num dia, serão mais de 8 milhões. Em um ano, 3 bilhões.

O brilho de um raio - ou relâmpago - dura em média meio segundo.

O seu calor é tão forte (30.000ºC, cinco vezes a temperatura da superfície do Sol) que o ar à sua volta se expande como um estrondo, o trovão.

O Brasil é o campeão mundial em incidência de raios. Cerca de 100 milhões atingem o solo brasileiro todos os anos. Os raios provocam cerca de 200 mortes por ano e o fere outras 1000.
Seu tamanho está ligado à sua duração. Conte os segundo entre o aparecimento do raio e o estrondo do trovão e divida por três: o número obtido será o comprimento em quilômetros.